Policiais participaram, na manhã desta terça-feira (5), da reconstituição de um tiroteio que deixou um agente federal morto em janeiro do ano passado. A ação aconteceu na BR-232, no bairro do Curado, no Recife, e foi pedida pelo Ministério Público Federal (MPF), que ficou com dúvidas depois de ter recebido o inquérito.
O crime aconteceu no dia 5 de janeiro, quando as polícias Civil e Federal tentavam prender o mesmo traficante de drogas. O homem procurado foi abordado no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no Curado, pela PF. Num táxi, ele e os agentes foram até a BR-232, para se encontrar com outros integrantes da quadrilha.
Os policiais civis, que não sabiam da operação da PF, dispararam tiros, que atingiram um agente de 57 anos no peito, deixando-o morto. As armas foram levadas para a reconstituição e as pessoas envolvidas na ação foram convocadas para explicar o que aconteceu no dia. Durante a manhã, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi ao local para orientar o trânsito.
O delegado responsável pela investigação, Renato Cintra, acompanhou a ação junto ao procurador Anderson Wagner dos Santos, que devolveu o inquérito.
O crime aconteceu no dia 5 de janeiro, quando as polícias Civil e Federal tentavam prender o mesmo traficante de drogas. O homem procurado foi abordado no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no Curado, pela PF. Num táxi, ele e os agentes foram até a BR-232, para se encontrar com outros integrantes da quadrilha.
Os policiais civis, que não sabiam da operação da PF, dispararam tiros, que atingiram um agente de 57 anos no peito, deixando-o morto. As armas foram levadas para a reconstituição e as pessoas envolvidas na ação foram convocadas para explicar o que aconteceu no dia. Durante a manhã, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi ao local para orientar o trânsito.
O delegado responsável pela investigação, Renato Cintra, acompanhou a ação junto ao procurador Anderson Wagner dos Santos, que devolveu o inquérito.
Do G1 PE