Integrantes
do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) realizam uma passeata
esta tarde pelas ruas do centro do Recife. Concentrados na Praça Oswaldo
Cruz, eles saíram em caminhada, no início da tarde. Estão na Avenida
Conde da Boa Vista e seguem em direção à Avenida Guararapes. Os
manifestantes vão até o Palácio Campo das Princesa, onde pretendem
entregar uma pauta ao governo do estado. Agentes da Companhia de
Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) estão no local controlando o fluxo
de veículos.
Entre as
reivindicações está a implantação de projetos de irrigação para a
produção de alimentos saudáveis e investimentos para a geração de
emprego e renda que atenda as três mil famílias de quilombolas,
camponeses e ribeirinhos ameaçados de expulsão pela construção das
barragens de Riacho Seco e Pedra Branca, nos municípios de Santa Maria
da Boa vista e Orocó. O movimento também pedirá a implementação de
projetos como o PAES, incentivo à pesca artesanal e pequenas
agroindústrias nas comunidades atingidas para o beneficiamento da
produção camponesa.
A
manifestação faz parte da ações para marcar o dia internacional de luta
contra as barragens, pelos rios, pela água e pela vida. De acordo com os
organizadores do movimento, mais de mil pessoas de vários estados do
Nordeste devem participar do ato. Desde ontem, os manifestantes estão
acampados na sede da Chesf.
Integrantes
do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) realizam uma passeata
esta tarde pelas ruas do centro do Recife. Concentrados na Praça Oswaldo
Cruz, eles saíram em caminhada, no início da tarde. Estão na Avenida
Conde da Boa Vista e seguem em direção à Avenida Guararapes. Os
manifestantes vão até o Palácio Campo das Princesa, onde pretendem
entregar uma pauta ao governo do estado. Agentes da Companhia de
Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) estão no local controlando o fluxo
de veículos.
Entre as
reivindicações está a implantação de projetos de irrigação para a
produção de alimentos saudáveis e investimentos para a geração de
emprego e renda que atenda as três mil famílias de quilombolas,
camponeses e ribeirinhos ameaçados de expulsão pela construção das
barragens de Riacho Seco e Pedra Branca, nos municípios de Santa Maria
da Boa vista e Orocó. O movimento também pedirá a implementação de
projetos como o PAES, incentivo à pesca artesanal e pequenas
agroindústrias nas comunidades atingidas para o beneficiamento da
produção camponesa.
A
manifestação faz parte da ações para marcar o dia internacional de luta
contra as barragens, pelos rios, pela água e pela vida. De acordo com os
organizadores do movimento, mais de mil pessoas de vários estados do
Nordeste devem participar do ato. Desde ontem, os manifestantes estão
acampados na sede da Chesf.
Com Informações do Pernambuco.com